Panorama do mercado atual: e agora produtor?

Gardiego Luiz.

Fonte: Portal Lacteo

Fonte: Portal Lácteo

Neste ano de 2016 as discussões e especulações sobre o preço do litro de leite pago ao produtor e o preço do leite vendido nos supermercados estão acaloradas nas rodas de discussão sobre a pecuária de leite, e não é para menos. O mesmo vem acontecendo até agora em julho. Muitos dos nossos clientes e parceiros nos questionam sobre o que deve-se esperar e como agir diante da situação, por um lado alguns estão eufóricos com altos preços, enquanto outros se mantém cautelosos pois sabem que nesse segmento vivemos momentos variados de altas e quedas dentro de um mesmo ano e há aqueles que mesmo com o aumento do preço ainda encontram dificuldades em fechar o caixa, devido a alta dos insumos. Diante disso vamos apontar algumas informações para discussão.

Seguido pelo sexto aumento consecutivo, o mês de junho foi marcado pelo recorde no preço do leite UHT, atingindo o maior patamar real da série do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, iniciada em 2010. O derivado negociado no mercado atacadista de São Paulo teve a média de Continuar lendo…


Estresse calórico é um tema quente!

Por: Barbara Wadsworth e Jeffrey Bewley – University of Kentucky

Tradução: Matheus Custódio.

script-img-02_ilustracion_ventiladorO estresse calórico afeta negativamente grande parte do rebanho leiteiro no mundo. Nos Estados Unidos, o estresse calórico é particularmente mais expressivo na região sudeste, podendo levar a diminuição na ingestão de matéria seca, na produção e no desempenho reprodutivo. A seguir, serão revisados alguns estudos conduzidos recentemente em vários centros de pesquisa americanos.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis conduziram um estudo cujo objetivo foi determinar a relação entre sinais de ofegação e taxa de respiração, em que ambos podem ser indicadores de vacas com acúmulo de calor corporal. Taxa de respiração e sinais de ofegação (salivação intensa, boca aberta ou posicionamento da língua fora da boca) foram medidos a cada cinco minutos para trinta e duas vacas. Os pesquisadores determinaram que todos sinais de ofegação foram acompanhados por maiores taxas respiratórias. Continuar lendo…