5 passos para a produtividade do Milho

1 – Época de plantio
Importância:
O plantio de milho na época correta não interfere no custo de produção, mas pode afetar o rendimento e o lucro do agricultor.

Consequências:
A produtividade geralmente é mais alta quando as condições do clima permitem o plantio em setembro-outubro. Na região Sul, devido à ocorrência de chuvas praticamente o ano todo, a amplitude da época de plantio é muito maior, indo de agosto a dezembro, dependendo do sistema de exploração da propriedade, que geralmente envolve a sucessão de culturas. Depois da época de recomendação, há uma redução no ciclo da cultura e queda no rendimento por área. O atraso do plantio pode diminuir o rendimento em até 30 kg de milho por hectare/dia.

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Produtores de leite fazem manifestação na cidade de Prata, importante bacia leiteira de Minas Gerais

Produtores, cooperativas de leite e sindicatos do Brasil promoveram, hoje segunda-feira, dia 16 de outubro de 2017, o Manifesto Nacional em Prata (MG), organizado pelo Núcleo dos Sindicatos Rurais e Fecoagro Leite Minas Gerais. De acordo com Vicente Nogueira, coordenador da câmara de leite da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), “o objetivo é alertar as autoridades do risco de se aprofundar ainda mais a crise no setor leiteiro por falta de mecanismos que garantam renda para o setor ”, alerta.

A manifestação  contou com a  presença do ministro da Agricultura Blairo Maggi e produtores de leite apoiados por sindicatos rurais e cooperativas. No seu pronunciamento o ministro falou sobre a suspensão de importação do leite uruguaio e as respectivas averiguações, alertando que não é uma  medida definitiva. O grande pedido dos produtores é a obtenção de um preço justo no litro de leite, que é definido pelo mercado, em que o ministro fala da impossibilidade de intervenção do governo nessa regulação. Ele destaca também a existência de instrumentos que o governo tem, porém falta orçamento no ministério para a execução. Um desses instrumentos seria  a compra de leite pelo governo a fim de enxugar o mercado colocando em estoque público, aumentando o preço do leite para o consumidor final (prateleiras) e assim colocar a venda, porém existe muita discussão sobre isso na busca de recursos, o que também interfere na importação do Uruguai.

Acredita-se que o preço interno do leite volte a reagir em breve, porém esta medida tem que ser cautelosa e exigirá todas as fiscalizações necessárias para ser mantida por um  período sustentável e para que essa reação positiva aconteça. Também se faz necessário o estímulo ao consumo interno do leite no Brasil, ajuda essa realizada em conjunto com produtores de leite e cooperativas.

O leite é uma das atividades que mais gera empregos no país. Segundo o IBGE, são 1,3 milhão de  propriedades que produzem leite; considerando a ocupação média de quatro pessoas por propriedade, são mais de 5 milhões de empregos gerados nas indústrias de laticínios e no campo com a produção primária. Em grande parte dessas propriedades, o pequeno produtor recebe o equivalente a menos de um salário mínimo vigente no país. O leite está presente em 99% dos municípios da federação. O Brasil é o quarto maior produtor de leite do mundo. Em 2016, o faturamento gerado pela produção de leite foi de R$ 44,7 bilhões 24% do VBP(Valor Bruto da Produção) gerado pela pecuária. É inferior apenas ao VBP da carne bovina, mas superior ao valor de frangos, suínos e ovos.

Em outubro, o preço do leite pago ao produtor apresentou a quarta queda seguida. Resultado de aumento da captação e baixo consumo pelos brasileiros, segundo relatório mensal do Cepea. Para amenizar a situação, o ministério da Agricultura decidiu suspender a licença de importação de leite em pó do Uruguai. Os produtores brasileiros alegam que a entrada de produtos concorrentes prejudica o mercado interno. Em 2016, o Uruguai, parceiro do Mercosul, teve saldo positivo na balança comercial com o Brasil de US$418 milhões. Do total, 36% são resultado da exportação de lácteos. No ano, o Brasil foi o destino de 86% do leite em pó desnatado, e 72% do leite em pó integral exportado pelo Uruguai.

As informações são do Sistema Brasileiro de Agronegócio e G1.


Tratamento e manejo de dejetos bovinos

Um dos maiores problemas em sistemas de manejo intensivo de bovinos é a quantidade de dejetos produzidos diariamente, sendo um grande desafio a disposição dos resíduos das instalações animais envolvendo aspectos técnicos, sanitários e econômicos. A quantidade total de efluentes orgânicos produzida em confinamentos de vacas leiteiras varia de 9,0 a 12,0% do peso vivo do rebanho por dia, e depende, também, do volume de água utilizado na limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos da unidade de produção (CAMPOS et. al., 2002). No que se refere às características qualitativas da água residuária da bovinocultura de leite, pode-se afirmar que a água é rica em material orgânico, sólidos totais e nutrientes, tais como o nitrogênio e o potássio (ERTHAL et. al., 2010). Neste contexto, destacam–se alguns trabalhos que apresentam técnicas de tratamento de fácil operação e de baixo custo as quais são recomendadas para o meio rural,  os quais citam as lagoas de estabilização, biodigestores, reatores UASB, wetlands construídos e também disposição no solo como opções para tratamento de efluentes de agroindústrias.

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Captação de água nas propriedades rurais

A água é um dos recursos de maior importância de nossas vidas, e para a atividade leiteira não poderia ser diferente. Sabe-se que na composição do leite cerca de 87% seja água, necessitando o gado leiteiro então de água em volume abundante e que esta seja de ótima qualidade.  O consumo de água por uma vaca pode variar entre 40 e 120 litros/dia, levando em conta seu tamanho corporal, sua produção, o clima, nutrição, ingestão de sal, a raça entre outros. O fornecimento e a disponibilidade de água de é portanto de extrema importância e se demonstra como um desafio na maioria das propriedades do Brasil. Isso requer inúmeros cuidados quanto às formas de captação, condução, armazenamento, tratamento e distribuição.

Mananciais

Os mananciais de abastecimento compreendem Continuar lendo…


Tecnificação a Campo: está preparado amigo produtor?

Associar tecnologias! Palavras que, quando juntas em uma pequena afirmação, podem ser a chave para o sucesso na continuidade da produção e melhores resultados.

A muito o produtor busca melhores diversificações para cada vez mais se sobressair na sua atividade, seja por conhecimentos adquiridos em cursos e atualizações ou por adesão a novas tecnologias na lida do dia a dia.

Há muito já vem se notando o interesse dessa aliança de conhecimento e tecnologia, seja em propriedades de pequeno porte a grande porte. Podemos ilustrar de forma mais concreta citando as técnicas aplicadas à reprodução animal na contínua busca de termos um parto/ano por vaca. Para tal, o uso de ferramentas como a Inseminação Artificial em Tempo Fixo vem sendo amplamente aceita e indicada.

A inseminação artificial foi usada pela primeira vez Continuar lendo…


Leite orgânico: Novos tempos, novas demandas

O leite que é produzido dentro dos padrões higiênicos de vacas sadias é processado, transportado e armazenado de maneira correta, tendo uma qualidade físico-química e biológica que lhe confere uma maior durabilidade e consequentemente proporciona ao consumidor um produto de segurança. Além disto, se for produzido organicamente, terá a garantia de ser livre de resíduos de antibióticos, hormônios, inseticidas, produtos de limpeza, metais pesados e pesticidas em geral. O Leite Orgânico é um produto certificado e acompanhado da origem ao mercado, dando a este a credibilidade necessária para que o consumidor tenha a certeza de realmente estar adquirindo um leite saudável.

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Como a dieta pode influenciar na composição do leite das vacas?

Muitos fatores interferem na composição do leite de vacas além da alimentação, são eles: a raça, número de ordenhas diárias, fase da lactação, temperatura, idade, ocorrências de enfermidades ou distúrbios metabólicos dentre outros. Essa alteração na composição química do leite pode afetar a qualidade para melhor ou pior  em seus valores padrões de matéria prima descrito na legislação, refletindo no valor pago ao produtor nos sistemas atuais.

A composição do leite pode sofrer alterações principalmente através da nutrição de forma direta ou indireta, pois os alimentos são os fornecedores para síntese de precursores dos principais componentes do leite. Quando as manipulações nutricionais acontecem, o metabolismo animal passa a compensar qualquer desequilíbrio nutricional utilizando suas reservas corporais, com isso podem ocorrer as doenças metabólicas. Essas doenças subagudas ou subclínicas muitas vezes não são percebidas e limitam a produção de forma persistente.

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Reconhecimento em tempos difíceis

Entre turbilhões de escândalos ligados a idoneidade da qualidade de sua carne, Brasil de destaca em Reunião na Organização Mundial da Saúde. 

O Brasil foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), por unanimidade, como país livre da pleuropneumonia contagiosa bovina (CBPP em inglês). A certificação foi entregue no mês de Maio durante a reunião anual da OIE, em Paris. De acordo com a OIE, “a concessão reflete a transparência e a qualidade do serviço veterinário do país”.

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Febre Aftosa: Não perca o prazo!

Com a meta de imunizar em um mês 198 milhões de animais, inicia-se nesse mês de Maio mais uma campanha de vacinação contra a Febre Aftosa. Confira os principais cuidados com a vacinação!

 

 Teve início no dia 1º de maio a vacinação contra a febre aftosa em 22 estados e no Distrito Federal. A meta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é imunizar 198 milhões de bovinos e bubalinos durante todo o mês de maio. O número representa mais de 90% do rebanho do país, de 217,5 milhões de cabeças.

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Afecções podais em bovinos: prevenção e tratamento

Depois da mastite e dos problemas reprodutivos, as doenças podais são consideradas como uma das alterações que mais afetam a produtividade dos rebanhos bovinos, observando-se queda na produção leiteira, diminuição do peso corporal e consequentemente, redução do peso das carcaças ao abate.

Além das perdas referentes à produção, o custo do tratamento das lesões podais pode chegar a R$ 133,29 por animal/tratado/ano. Vacas com cascos lesionados apresentam índice de concepção mais baixo no primeiro serviço, maior incidência de cistos ovarianos, sinais discretos de cio e até mesmo anestro. Adicionalmente, os animais permanecem deitados por mais tempo, comem menos, têm dificuldade de levantar-se e são mais sujeitos a traumatizar as mamas e desenvolver mastites. Vários fatores podem estar envolvidos na etiologia das doenças das unhas dos bovinos, como predisposição genética, meio ambiente, manejo, estação do ano, clima e nutrição.

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