Leite menos alergênico é realidade com melhoramento genético!

O setor lácteo no Brasil começou a explorar um importante nicho de mercado: a produção de leite para pessoas que possuem alergia às beta-caseínas, que correspondem a 30% das proteínas do leite. Trabalhos de melhoramento genético, desenvolvidos pela Embrapa Gado de Leite (MG) em parceria com as associações de criadores das raças Gir Leiteiro e Girolando, irão impulsionar ainda mais esse segmento.

Fonte: Getty imagens

Os sumários de touros do teste de progênie dessas raças, que trazem características genéticas dos touros cujo sêmen será usado na fertilização das vacas, já apresentam a característica para a produção do leite que vem sendo chamado de “A2”. Os pesquisadores da Embrapa dizem haver evidências científicas de que a beta-caseína do leite A2 não causa reações em pessoas que possuem alergia a essa proteína específica.

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5 passos para a produtividade do Milho

1 – Época de plantio
Importância:
O plantio de milho na época correta não interfere no custo de produção, mas pode afetar o rendimento e o lucro do agricultor.

Consequências:
A produtividade geralmente é mais alta quando as condições do clima permitem o plantio em setembro-outubro. Na região Sul, devido à ocorrência de chuvas praticamente o ano todo, a amplitude da época de plantio é muito maior, indo de agosto a dezembro, dependendo do sistema de exploração da propriedade, que geralmente envolve a sucessão de culturas. Depois da época de recomendação, há uma redução no ciclo da cultura e queda no rendimento por área. O atraso do plantio pode diminuir o rendimento em até 30 kg de milho por hectare/dia.

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Produtores de leite fazem manifestação na cidade de Prata, importante bacia leiteira de Minas Gerais

Produtores, cooperativas de leite e sindicatos do Brasil promoveram, hoje segunda-feira, dia 16 de outubro de 2017, o Manifesto Nacional em Prata (MG), organizado pelo Núcleo dos Sindicatos Rurais e Fecoagro Leite Minas Gerais. De acordo com Vicente Nogueira, coordenador da câmara de leite da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), “o objetivo é alertar as autoridades do risco de se aprofundar ainda mais a crise no setor leiteiro por falta de mecanismos que garantam renda para o setor ”, alerta.

A manifestação  contou com a  presença do ministro da Agricultura Blairo Maggi e produtores de leite apoiados por sindicatos rurais e cooperativas. No seu pronunciamento o ministro falou sobre a suspensão de importação do leite uruguaio e as respectivas averiguações, alertando que não é uma  medida definitiva. O grande pedido dos produtores é a obtenção de um preço justo no litro de leite, que é definido pelo mercado, em que o ministro fala da impossibilidade de intervenção do governo nessa regulação. Ele destaca também a existência de instrumentos que o governo tem, porém falta orçamento no ministério para a execução. Um desses instrumentos seria  a compra de leite pelo governo a fim de enxugar o mercado colocando em estoque público, aumentando o preço do leite para o consumidor final (prateleiras) e assim colocar a venda, porém existe muita discussão sobre isso na busca de recursos, o que também interfere na importação do Uruguai.

Acredita-se que o preço interno do leite volte a reagir em breve, porém esta medida tem que ser cautelosa e exigirá todas as fiscalizações necessárias para ser mantida por um  período sustentável e para que essa reação positiva aconteça. Também se faz necessário o estímulo ao consumo interno do leite no Brasil, ajuda essa realizada em conjunto com produtores de leite e cooperativas.

O leite é uma das atividades que mais gera empregos no país. Segundo o IBGE, são 1,3 milhão de  propriedades que produzem leite; considerando a ocupação média de quatro pessoas por propriedade, são mais de 5 milhões de empregos gerados nas indústrias de laticínios e no campo com a produção primária. Em grande parte dessas propriedades, o pequeno produtor recebe o equivalente a menos de um salário mínimo vigente no país. O leite está presente em 99% dos municípios da federação. O Brasil é o quarto maior produtor de leite do mundo. Em 2016, o faturamento gerado pela produção de leite foi de R$ 44,7 bilhões 24% do VBP(Valor Bruto da Produção) gerado pela pecuária. É inferior apenas ao VBP da carne bovina, mas superior ao valor de frangos, suínos e ovos.

Em outubro, o preço do leite pago ao produtor apresentou a quarta queda seguida. Resultado de aumento da captação e baixo consumo pelos brasileiros, segundo relatório mensal do Cepea. Para amenizar a situação, o ministério da Agricultura decidiu suspender a licença de importação de leite em pó do Uruguai. Os produtores brasileiros alegam que a entrada de produtos concorrentes prejudica o mercado interno. Em 2016, o Uruguai, parceiro do Mercosul, teve saldo positivo na balança comercial com o Brasil de US$418 milhões. Do total, 36% são resultado da exportação de lácteos. No ano, o Brasil foi o destino de 86% do leite em pó desnatado, e 72% do leite em pó integral exportado pelo Uruguai.

As informações são do Sistema Brasileiro de Agronegócio e G1.


Leite orgânico: Novos tempos, novas demandas

O leite que é produzido dentro dos padrões higiênicos de vacas sadias é processado, transportado e armazenado de maneira correta, tendo uma qualidade físico-química e biológica que lhe confere uma maior durabilidade e consequentemente proporciona ao consumidor um produto de segurança. Além disto, se for produzido organicamente, terá a garantia de ser livre de resíduos de antibióticos, hormônios, inseticidas, produtos de limpeza, metais pesados e pesticidas em geral. O Leite Orgânico é um produto certificado e acompanhado da origem ao mercado, dando a este a credibilidade necessária para que o consumidor tenha a certeza de realmente estar adquirindo um leite saudável.

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Como a dieta pode influenciar na composição do leite das vacas?

Muitos fatores interferem na composição do leite de vacas além da alimentação, são eles: a raça, número de ordenhas diárias, fase da lactação, temperatura, idade, ocorrências de enfermidades ou distúrbios metabólicos dentre outros. Essa alteração na composição química do leite pode afetar a qualidade para melhor ou pior  em seus valores padrões de matéria prima descrito na legislação, refletindo no valor pago ao produtor nos sistemas atuais.

A composição do leite pode sofrer alterações principalmente através da nutrição de forma direta ou indireta, pois os alimentos são os fornecedores para síntese de precursores dos principais componentes do leite. Quando as manipulações nutricionais acontecem, o metabolismo animal passa a compensar qualquer desequilíbrio nutricional utilizando suas reservas corporais, com isso podem ocorrer as doenças metabólicas. Essas doenças subagudas ou subclínicas muitas vezes não são percebidas e limitam a produção de forma persistente.

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A mulher e seu papel cada vez mais atuante na agropecuária

A mulher vem conquistando cada vez mais seu espaço na sociedade contemporânea, com muita competência, foco e determinação. Representa quase metade da mão de obra hoje no país, contribuindo para geração de riquezas e tem papel fundamental na formação e manutenção do esteio familiar.

A presença da mulher na agricultura e na pecuária não seria diferente, e tem se destacando eficientemente a cada ano, com o reconhecimento da importância do gênero feminino na dinâmica das áreas rurais no Brasil e no mundo. Hoje, ambos os sexos desempenham funções semelhantes no campo.

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LEITE/CEPEA: Baixa oferta de leite sobe o preço pago aos produtores

Com a captação de leite em queda, o preço recebido por litro subiu quase 5% neste início de março, a maior variação desde maio/2014. A média nacional do litro fechou em 1,0456, um aumento de aproximadamente 5 centavos em relação a fevereiro deste ano, segundo dados da Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

Já nos meses de Janeiro e fevereiro, houveram quedas na captação de leite. Os valores de decrescimo são de aproximadamente 5%, o que culminou um aumento de 2,7 centavos/litro pago ao produtor, quase 3% em relação a janeiro deste ano e de 17% em relação a fevereiro de 2016.

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Medidas protecionistas dos EUA e sua influência para o Agronegócio Brasileiro

Juliana Carrizo

Não faz um mês da posse do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, o mundo tem acompanhado de perto toda polêmica a respeito das suas medidas protecionistas, que tem influência direta no setor agropecuário. Três dias após assumir, assinou um decreto retirando os EUA da Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), acordo assinado em 2015 após anos de negociações com objetivo de reduzir tarifas de importação entre os países membros e, com isso, aumentar o fluxo de bens e serviços.

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Nova ferramenta para diagnóstico gestacional de vacas

Caroline Freitas

Uma nova forma de detecção de prenhez em vacas promete ser um método simples para a rotina dos amigos produtores, presente no Brasil desde meados de 2016, porém talvez pouco divulgado entre o meio produtivo. O diagnóstico é feito a partir de uma amostra de leite, que permite identificar se o animal está prenhe ou não, detectando a presença de glicoproteínas associadas à prenhez (GAP) presentes no leite. Quando a vaca fica prenhe, passa a produzir essa proteína em níveis mais elevados, podendo ser identificadas no leite a partir do 28º dia de gestação.

Medir a concentração desta proteína é uma forma segura de confirmar a prenhez no animal que podem ser associadas aos métodos tradicionais de palpação e ultrassonografia. Estudos de validação do teste mostram Continuar lendo…