Leite menos alergênico é realidade com melhoramento genético!

O setor lácteo no Brasil começou a explorar um importante nicho de mercado: a produção de leite para pessoas que possuem alergia às beta-caseínas, que correspondem a 30% das proteínas do leite. Trabalhos de melhoramento genético, desenvolvidos pela Embrapa Gado de Leite (MG) em parceria com as associações de criadores das raças Gir Leiteiro e Girolando, irão impulsionar ainda mais esse segmento.

Fonte: Getty imagens

Os sumários de touros do teste de progênie dessas raças, que trazem características genéticas dos touros cujo sêmen será usado na fertilização das vacas, já apresentam a característica para a produção do leite que vem sendo chamado de “A2”. Os pesquisadores da Embrapa dizem haver evidências científicas de que a beta-caseína do leite A2 não causa reações em pessoas que possuem alergia a essa proteína específica.

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Importância da cloração de água nas propriedades rurais

Nas propriedades rurais é comum o uso de água oriunda de diversas fontes e sem tratamento  adequado. As águas superficiais, tais como córregos, açudes e ribeirões, e ainda nascentes ou minas, são mais fácies de serem utilizadas, porém são mais susceptíveis a contaminações externas. A utilização de água proveniente de lençóis subterrâneos como poços profundos, tem-se expandido no país, e apesar da menor interferência de fontes poluidoras ambientais, tem pouca capacidade de suportar ampliação nos volumes de captação e a real necessidade de fornecimento para o rebanho durante todo o ano.

A desinfecção da água representa um grande desafio para o produtor, o qual se tem menor acesso às medidas de saneamento, aliado ao impacto Continuar lendo…


Produtores de leite fazem manifestação na cidade de Prata, importante bacia leiteira de Minas Gerais

Produtores, cooperativas de leite e sindicatos do Brasil promoveram, hoje segunda-feira, dia 16 de outubro de 2017, o Manifesto Nacional em Prata (MG), organizado pelo Núcleo dos Sindicatos Rurais e Fecoagro Leite Minas Gerais. De acordo com Vicente Nogueira, coordenador da câmara de leite da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), “o objetivo é alertar as autoridades do risco de se aprofundar ainda mais a crise no setor leiteiro por falta de mecanismos que garantam renda para o setor ”, alerta.

A manifestação  contou com a  presença do ministro da Agricultura Blairo Maggi e produtores de leite apoiados por sindicatos rurais e cooperativas. No seu pronunciamento o ministro falou sobre a suspensão de importação do leite uruguaio e as respectivas averiguações, alertando que não é uma  medida definitiva. O grande pedido dos produtores é a obtenção de um preço justo no litro de leite, que é definido pelo mercado, em que o ministro fala da impossibilidade de intervenção do governo nessa regulação. Ele destaca também a existência de instrumentos que o governo tem, porém falta orçamento no ministério para a execução. Um desses instrumentos seria  a compra de leite pelo governo a fim de enxugar o mercado colocando em estoque público, aumentando o preço do leite para o consumidor final (prateleiras) e assim colocar a venda, porém existe muita discussão sobre isso na busca de recursos, o que também interfere na importação do Uruguai.

Acredita-se que o preço interno do leite volte a reagir em breve, porém esta medida tem que ser cautelosa e exigirá todas as fiscalizações necessárias para ser mantida por um  período sustentável e para que essa reação positiva aconteça. Também se faz necessário o estímulo ao consumo interno do leite no Brasil, ajuda essa realizada em conjunto com produtores de leite e cooperativas.

O leite é uma das atividades que mais gera empregos no país. Segundo o IBGE, são 1,3 milhão de  propriedades que produzem leite; considerando a ocupação média de quatro pessoas por propriedade, são mais de 5 milhões de empregos gerados nas indústrias de laticínios e no campo com a produção primária. Em grande parte dessas propriedades, o pequeno produtor recebe o equivalente a menos de um salário mínimo vigente no país. O leite está presente em 99% dos municípios da federação. O Brasil é o quarto maior produtor de leite do mundo. Em 2016, o faturamento gerado pela produção de leite foi de R$ 44,7 bilhões 24% do VBP(Valor Bruto da Produção) gerado pela pecuária. É inferior apenas ao VBP da carne bovina, mas superior ao valor de frangos, suínos e ovos.

Em outubro, o preço do leite pago ao produtor apresentou a quarta queda seguida. Resultado de aumento da captação e baixo consumo pelos brasileiros, segundo relatório mensal do Cepea. Para amenizar a situação, o ministério da Agricultura decidiu suspender a licença de importação de leite em pó do Uruguai. Os produtores brasileiros alegam que a entrada de produtos concorrentes prejudica o mercado interno. Em 2016, o Uruguai, parceiro do Mercosul, teve saldo positivo na balança comercial com o Brasil de US$418 milhões. Do total, 36% são resultado da exportação de lácteos. No ano, o Brasil foi o destino de 86% do leite em pó desnatado, e 72% do leite em pó integral exportado pelo Uruguai.

As informações são do Sistema Brasileiro de Agronegócio e G1.


Tratamento e manejo de dejetos bovinos

Um dos maiores problemas em sistemas de manejo intensivo de bovinos é a quantidade de dejetos produzidos diariamente, sendo um grande desafio a disposição dos resíduos das instalações animais envolvendo aspectos técnicos, sanitários e econômicos. A quantidade total de efluentes orgânicos produzida em confinamentos de vacas leiteiras varia de 9,0 a 12,0% do peso vivo do rebanho por dia, e depende, também, do volume de água utilizado na limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos da unidade de produção (CAMPOS et. al., 2002). No que se refere às características qualitativas da água residuária da bovinocultura de leite, pode-se afirmar que a água é rica em material orgânico, sólidos totais e nutrientes, tais como o nitrogênio e o potássio (ERTHAL et. al., 2010). Neste contexto, destacam–se alguns trabalhos que apresentam técnicas de tratamento de fácil operação e de baixo custo as quais são recomendadas para o meio rural,  os quais citam as lagoas de estabilização, biodigestores, reatores UASB, wetlands construídos e também disposição no solo como opções para tratamento de efluentes de agroindústrias.

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Leite orgânico: Novos tempos, novas demandas

O leite que é produzido dentro dos padrões higiênicos de vacas sadias é processado, transportado e armazenado de maneira correta, tendo uma qualidade físico-química e biológica que lhe confere uma maior durabilidade e consequentemente proporciona ao consumidor um produto de segurança. Além disto, se for produzido organicamente, terá a garantia de ser livre de resíduos de antibióticos, hormônios, inseticidas, produtos de limpeza, metais pesados e pesticidas em geral. O Leite Orgânico é um produto certificado e acompanhado da origem ao mercado, dando a este a credibilidade necessária para que o consumidor tenha a certeza de realmente estar adquirindo um leite saudável.

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Como a dieta pode influenciar na composição do leite das vacas?

Muitos fatores interferem na composição do leite de vacas além da alimentação, são eles: a raça, número de ordenhas diárias, fase da lactação, temperatura, idade, ocorrências de enfermidades ou distúrbios metabólicos dentre outros. Essa alteração na composição química do leite pode afetar a qualidade para melhor ou pior  em seus valores padrões de matéria prima descrito na legislação, refletindo no valor pago ao produtor nos sistemas atuais.

A composição do leite pode sofrer alterações principalmente através da nutrição de forma direta ou indireta, pois os alimentos são os fornecedores para síntese de precursores dos principais componentes do leite. Quando as manipulações nutricionais acontecem, o metabolismo animal passa a compensar qualquer desequilíbrio nutricional utilizando suas reservas corporais, com isso podem ocorrer as doenças metabólicas. Essas doenças subagudas ou subclínicas muitas vezes não são percebidas e limitam a produção de forma persistente.

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01 de Junho: Dia Mundial do Leite, uma data que não merece passar em branco!

Hoje, 1º de junho, é o Dia Mundial do Leite! Data criada em 2001, pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), com o objetivo de incentivar o consumo de lácteos à população mundial.

 

Produto completo, visto como um dos alimentos mais ricos da cadeia produtiva de Produtos de Origem Animal (POA), o leite possui energia, proteínas e vitaminas disponíveis de uma maneira única. Produto que possui uma composição de nutrientes onde (9) dentre os aminoácidos, são essenciais, e uma das melhores fontes de cálcio disponível. Recomendado assim seu consumo por diversos especialistas.

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25 de Maio: Dia do trabalhador rural, a força do campo!

O Dia do Trabalhador Rural é comemorado anualmente em 25 de Maio, no Brasil. A data homenageia todas as pessoas que dedicam seu tempo trabalhando nas zonas rurais, campos, fazendas e etc.

A comemoração do Dia do Trabalhador e Trabalhadora Rural foi instituída no Decreto de Lei nº 4.338, de 1º de Maio de 1964. No dia 25 de Maio de 1963, morria o deputado federal Fernando Ferrari, um dos políticos mais engajados na luta dos trabalhadores rurais por seus direitos e questões sociais. A morte de Fernando se transformou em uma data símbolo para os profissionais da categoria.

Em 1971 foi instituído o Programa de Assistência ao Trabalhador Rural, com a Lei Complementar nº 11, que ficou conhecida como Lei Fernando Ferrari, em homenagem ao parlamentarista que lutou pelos direitos destes trabalhadores.

O trabalhador rural é figura importante na história e na economia brasileira. Existem no país 15,7 milhões de trabalhadores rurais segundo o Instituto Brasileiro de Pesquisa (IBGE) de 2009. Homens e mulheres que retiram do campo a subsistência e renda. De proprietários de terras a trabalhadores formais e informais, o homem do campo, apesar da importância, enfrenta dificuldades que vão desde a falta de investimento público no ensino das áreas rurais à contaminação pelo uso de agrotóxicos nas lavouras.

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Afecções podais em bovinos: prevenção e tratamento

Depois da mastite e dos problemas reprodutivos, as doenças podais são consideradas como uma das alterações que mais afetam a produtividade dos rebanhos bovinos, observando-se queda na produção leiteira, diminuição do peso corporal e consequentemente, redução do peso das carcaças ao abate.

Além das perdas referentes à produção, o custo do tratamento das lesões podais pode chegar a R$ 133,29 por animal/tratado/ano. Vacas com cascos lesionados apresentam índice de concepção mais baixo no primeiro serviço, maior incidência de cistos ovarianos, sinais discretos de cio e até mesmo anestro. Adicionalmente, os animais permanecem deitados por mais tempo, comem menos, têm dificuldade de levantar-se e são mais sujeitos a traumatizar as mamas e desenvolver mastites. Vários fatores podem estar envolvidos na etiologia das doenças das unhas dos bovinos, como predisposição genética, meio ambiente, manejo, estação do ano, clima e nutrição.

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A mulher e seu papel cada vez mais atuante na agropecuária

A mulher vem conquistando cada vez mais seu espaço na sociedade contemporânea, com muita competência, foco e determinação. Representa quase metade da mão de obra hoje no país, contribuindo para geração de riquezas e tem papel fundamental na formação e manutenção do esteio familiar.

A presença da mulher na agricultura e na pecuária não seria diferente, e tem se destacando eficientemente a cada ano, com o reconhecimento da importância do gênero feminino na dinâmica das áreas rurais no Brasil e no mundo. Hoje, ambos os sexos desempenham funções semelhantes no campo.

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