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Manejo adequado do Compost Barn

By Agro Sem comentários

O sucesso de sua utilização depende do manejo correto de toda a estrutura, que além de proporcionar conforto para os animais promove melhorias na qualidade do leite

O Compost Barn é um sistema de confinamento que vem sendo muito utilizado no Brasil por produtores que buscam aumentar a produção de leite por meio do maior conforto oferecido às vacas. O sucesso de sua utilização depende do manejo correto de toda a estrutura, que além de proporcionar conforto para os animais promove melhorias na qualidade do leite e nos índices reprodutivos.

A principal característica do Compost Barn é o material orgânico distribuído sobre o piso, que é utilizado como cama para as vacas, conferindo maior conforto a estes animais. Neste sistema os animais são alojados em galpões cobertos, podendo circular livremente exercitando seus instintos sociais com o grupo. A cama é composta por materiais ricos em carbono, que em contato com os dejetos iniciam o processo de compostagem.

Cama

A cama precisa ser macia e estar sempre seca, pois é o local onde os animais se deitam e caminham. Então, o primeiro passo para se obter bons resultados no Compost é a escolha do material da cama, que pode ser maravalha, casca de amendoim, casca de café, palhada de soja ou trigo etc. Isso vai depender da disponibilidade desses materiais na região onde se encontra a propriedade rural, visto que a aquisição precisa ser de fácil acesso, além de economicamente viável.

Para que ocorra a compostagem é necessário introduzir oxigênio na cama, revolvendo todo o material pelo menos duas vezes ao dia com o uso de um escarificador ou enxada rotativa acoplados a um trator. Isso vai reduzir a umidade da cama, contribuindo para que as vacas fiquem mais limpas.

Vacas em Compost Barn

Ventilação

Um outro ponto crítico no manejo do Compost Barn é a ventilação constante. Um erro muito comum é pensar que os ventiladores servem apenas para melhorar o conforto térmico dos animais, porém eles são fundamentais para manter a cama seca a ajudar na compostagem.

Muitos produtores ligam os ventiladores somente nos dias mais quentes para economizar energia, o que é um erro grave, pois a falta de ventilação constante aumenta a umidade da cama, favorecendo a adesão dos resíduos nos tetos e predispondo a ocorrência de casos de mastite. Além disso, a alta umidade contribui para que a compostagem não ocorra de maneira correta, exigindo que a troca da cama seja feita antes do tempo previsto, aumentando os custos do produtor.

Lotação

O número de animais dentro do galpão é outro ponto que deve ser observado. Recomenda-se que haja uma área de 12 m²/ vaca, pensando no conforto dos animais e na umidade da cama. A superlotação dos galpões deixa a cama mais úmida e os animais mais sujos, dificultando o manejo e reduzindo o conforto das vacas, que terão menos espaço para circular e descansar. Sendo assim, ao optar por este sistema o produtor e o técnico devem estar atentos às dimensões necessárias do galpão.

Como qualquer sistema de produção, o Compost Barn apresenta excelentes resultados quando bem manejado, acarretando aumento da produção de leite, maior saúde da glândula mamária e maior conforto dos animais.

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Autor:

Eduarda - Autora do conteúdo Controle estratégico de carrapatos

Eduarda Viana

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Dicas para produzir uma boa silagem

By Agro Sem comentários

Uma boa silagem é capaz de reduzir os custos e aumentar a produção de leite, melhorando a renda do produtor e o desempenho dos animais.

A produção de silagem é uma das formas de garantir alimento para os animais e reduzir custos com a compra de volumosos. Devido à sazonalidade de produção das forrageiras, a silagem é muito utilizada pelos pecuaristas, principalmente pelos produtores de leite, mas requer alguns cuidados durante o processo de produção para que a qualidade se mantenha e os níveis de perda sejam mínimos.

Uma silagem mal feita acarreta perdas na produção de leite, queda no desempenho, aumento do custo de produção e até problemas de saúde para os animais. Por isso é importante ter atenção durante todo o processo de produção de silagem, desde o preparo do solo até a abertura do silo, gerenciando cada etapa para garantir o máximo de qualidade. O fornecimento de volumoso com alto valor nutritivo reduz a necessidade do uso de concentrados, reduzindo assim o custo com a alimentação dos animais, que pode chegar a ser até 70% do custo de produção da atividade.

Silo

Como produzir uma boa silagem?

O sucesso na produção de silagem começa bem antes do plantio, com um bom planejamento da quantidade de silagem que será necessária, quantos animais serão alimentados, qual o tamanho da área a ser plantada, qual híbrido será utilizado e qual será a estimativa dos custos com insumos e serviços.

Confira algumas dicas para você não errar na produção de silagem:

  • Cuide do preparo do solo. Com a análise de solo em mãos, faça as adubações recomendadas para que a planta receba os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento e controle as plantas invasoras e pragas que surgirem.
  • O momento da colheita é muito importante. Se atente com o teor de matéria seca, a altura de corte, tamanho de partícula, quebra de grãos e descarregamento no silo. A regulagem das máquinas é de extrema importância e impacta diretamente na qualidade da sua silagem. Lavouras com alta umidade têm maior perda por efluentes e podem apresentar fermentações indesejáveis por bactérias do gênero Clostridium e Coliformes. Já uma umidade baixa dificulta a picagem e compactação do material no silo, deixando a massa com mais oxigênio.
  • Não se esqueça de fazer uma boa compactação. É nesta fase que a maior parte do oxigênio será retirada, favorecendo a fermentação do material. A compactação deve ser contínua, o tempo todo. O uso de inoculantes neste momento auxilia no processo fermentativo, favorecendo a queda do pH e reduzindo perdas.
  • No momento do fechamento e vedação do silo não economize com as lonas. Utilize lonas de alta qualidade e que são mais resistentes, e adicione alguns pesos em cima para auxiliar na retirada do ar, como pneus, areia, terra ou brita.
  • Após o fechamento do silo, o ideal é que fique pelo menos 30 dias fechado, de forma a garantir uma boa fermentação de todo o material que foi ensilado.

Uma boa silagem é capaz de reduzir os custos e aumentar a produção de leite, melhorando a renda do produtor e o desempenho dos animais.

 

 

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Como a idade ao primeiro parto afeta os seus resultados?

By Agro Sem comentários

A idade ao primeiro parto (IPP) é um indicador técnico muito importante na pecuária, principalmente na pecuária leiteira, pois é a partir do momento do parto que o animal começa a gerar renda para o produtor por meio da venda do leite produzido.

 

Durante as fases de cria e recria os recursos são investidos para que os animais cresçam de forma saudável, sendo necessários boa alimentação e cuidados com a saúde. Neste período os animais não contribuem com a geração de receita na atividade, porém, o desempenho nesta fase está diretamente relacionado com o sucesso na produção de leite futura desses animais. Novilhas que tem a idade ao primeiro parto reduzida produzem mais leite, aumentam a vida produtiva, reduzem os custos com a recria e aumentam a receita da atividade.

Os desafios enfrentados durante o desenvolvimento das novilhas são inúmeros, especialmente relacionados à saúde. Doenças como pneumonia, tristeza parasitária e quadros de diarreia são mais comuns durante o primeiro ano de vida da bezerra, enquanto no segundo ano a preocupação do produtor se volta mais para a nutrição, reprodução e o crescimento e desenvolvimento da glândula mamária.

A idade ao primeiro parto está diretamente associada aos índices de ganho de peso na recria, pois, a primeira inseminação de uma novilha ocorre quando ela apresenta peso e idade adequados. Novilhas com baixo ganho de peso serão inseminadas tardiamente, aumentando a idade ao primeiro parto e, consequentemente, o custo para o produtor.

Ter as metas de ganho de peso bem estabelecidas auxiliam o produtor com o manejo reprodutivo das novilhas. Semelhante ao baixo ganho de peso, um ganho de peso muito alto também não é adequado, isso porque o excesso de energia consumida pelas novilhas se acumula na glândula mamária sob a forma de gordura, atrapalhando o desenvolvimento dos alvéolos e reduzindo a capacidade de produção de leite. Por isso é preciso estar atento ao peso e a idade da novilha no momento da inseminação, que varia de acordo com as raças.

Bezerro mamando na vaca

Efeitos da redução da idade ao primeiro parto

Alguns experimentos foram feitos relacionando a produção de leite com a idade ao primeiro parto, como o conduzido por Ettema e Santos (2004), onde um grupo de vacas Holandesas com primeiro parto entre 23 e 25 meses de idade e peso médio de 603 kg foi o que apresentou melhor desempenho na primeira lactação. As vacas que pariram com idade entre 23 e 25 meses ou acima de 25 meses produziram pelo menos 1 kg a mais de leite do que as que pariram com menos de 23 meses, mostrando que a IPP muito precoce também não é o ideal. O desempenho reprodutivo também foi avaliado e aquelas que pariram entre 23 e 25 meses apresentaram maior taxa de concepção na primeira inseminação, menor número de inseminações para prenhez e menor período de serviço na primeira lactação. Ou seja, o grupo de vacas que tiveram o primeiro parto com idade entre 23 e 25 meses apresentaram maior produção de leite e melhor desempenho reprodutivo, refletindo de forma positiva diretamente no bolso do produtor.

Isso mostra que todo investimento feito nas fases de cria e recria retornam ao produtor quando a novilha inicia sua vida produtiva mais cedo, devendo ser, portanto, uma meta a ser alcançada na propriedade.

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Prebióticos e probióticos: são viáveis a sua utilização?

By Agro Sem comentários

Entenda o que são estes aditivos e como eles contribuem para melhorar o desempenho dos animais

 

A nutrição é um dos pilares para obter sucesso em qualquer sistema de criação na pecuária, seja na produção de bovinos de corte ou de leite. Além da base alimentar composta por plantas forrageiras, muitas vezes, suplementada com grãos como milho e soja, alguns outros ingredientes são utilizados para ajudar na melhora do desempenho dos animais, como os aditivos prebióticos e os probióticos.

Os probióticos são, segundo o MAPA, aditivos zootécnicos equilibradores da microbiota do trato digestório e são definidos como cepas de microrganismos vivos (viáveis), que agem como auxiliares na recomposição da microbiota do trato digestivo dos animais, contribuindo para o seu equilíbrio.

São bactérias vivas ou leveduras que atuam no rúmen ou no intestino, equilibrando a população de microrganismos benéficos que vão favorecer o aumento do desempenho animal por meio de um ambiente ruminal mais estável. As bactérias benéficas promovem uma maior digestibilidade da celulose e síntese de proteína e vitaminas, além de eliminar toxinas provenientes de bactérias indesejáveis.

Dentre as principais espécies utilizadas como aditivos probióticos destacam-se os Bacillus cereusEnterococcus faeciumLactobacillus acidophilusRuminobacter amylophilumRuminobacter succinogenes e Succinovibrio dextrinosolvens.

os prebióticos são ingredientes que não são digeridos pelas enzimas digestivas do hospedeiro, mas que são fermentados pela microbiota do trato digestório dos animais, contribuindo para o seu equilíbrio, segundo definição do MAPA.

Ou seja, os prebióticos funcionam como substratos para os probióticos se desenvolverem, e são compostos por carboidratos como oligossacarídeos ou fibras com baixa digestibilidade.

Vacas se alimentando no cocho

Benefícios de sua utilização

  • Controlam o pH do rúmen
  • Aumentam o consumo de matéria seca
  • Mantém o equilíbrio da microbiota ruminal
  • Aumenta a síntese de proteínas e vitaminas
  • Aumento da conversão alimentar
  • Aumentam a degradação da fibra
  • Desenvolvimento precoce do rúmen em bezerros
  • Redução do estresse e perda de peso na desmama
  • Prevenção de timpanismo e diarreias
  • Aumentam a produção de leite e sólidos do leite

É importante ressaltar que, apesar dos inúmeros benefícios que os prebióticos e probióticos fornecem aos animais, eles são o complemento final da dieta, equivalentes à cereja do bolo. É preciso cuidar da base da alimentação, fornecendo alimentos de qualidade para os animais, de forma que os probióticos possam agir e contribuir para o aumento do desempenho.

Um outro ponto importante é em relação à aquisição desses produtos. O produtor deve buscar empresas idôneas, que investem em pesquisas e que sejam reconhecidas no mercado, além de contarem com uma equipe especializada para orientar e atender as demandas da propriedade.

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Diferimento de pastagens: você sabe como fazer?

By Agro Sem comentários

O diferimento de pastagem nada mais é do que selecionar e vedar uma determinada área de pastagem e permitir que ela cresça para que seja consumida na época da entressafra

 

O planejamento alimentar do rebanho é um dos pontos que merece mais atenção na propriedade, devido à estacionalidade de produção das plantas forrageiras utilizadas como base da alimentação dos bovinos, que é limitada pela temperatura, pluviosidade e radiação solar.

Com o objetivo de garantir alimento para todo o rebanho durante a época seca do ano e evitar perda de peso corporal, o diferimento de pastagens surge como uma estratégia de manejo que possibilita aumentar a capacidade de suporte na propriedade.

O diferimento de pastagem nada mais é do que selecionar e vedar uma determinada área de pastagem e permitir que ela cresça para que seja consumida na época da entressafra, já que neste momento do ano as forrageiras não se desenvolvem devido os fatores limitantes como baixa temperatura e pouca pluviosidade.

Rebanho no pasto

Dicas para fazer o diferimento de pastagens

Para que o diferimento seja feito de forma correta, alguns cuidados são necessários. Confira:

  • Manejo da área antes do diferimento:

O manejo realizado na pastagem antes do diferimento influencia diretamente na qualidade nutricional da forrageira no momento da sua utilização pelos animais. Antes de vedar a área é interessante permitir um pastejo mais intenso, para que possam ser removidas folhas velhas e permitir que a rebrota tenha mais força e maior qualidade nutricional. Mas atenção: pastejo intenso é diferente de superpastejo. É preciso garantir que a planta terá boa capacidade de rebrota para poder crescer e se desenvolver.

  • Escolha da espécie forrageira

As plantas mais indicadas e utilizadas são as do gênero Brachiaria e Cynodon, devido ao seu hábito de crescimento prostrado e por possuir maior acúmulo de folhas em relação ao caule, favorecendo a qualidade nutricional e o consumo pelos animais.

  • Época de vedação

São vários os fatores que influenciam na qualidade da forragem e no melhor momento de utilização da área pelos animais, como fertilidade do solo, pluviosidade e dosagem de nitrogênio aplicada na área diferida. Sendo assim, é importante vedar os pastos em períodos distintos e utilizá-los em momentos distintos também. Por exemplo: se o produtor vedar parte do pasto em fevereiro e outra parte em março, pode utilizar o primeiro pasto em junho e julho e o segundo pasto em agosto e setembro.

  • Definir a estratégia nutricional

Apesar de garantir a quantidade de forragem, o valor nutricional dela será mais baixo e por isso é importante fazer a suplementação proteica para melhorar a nutrição e desempenho dos animais.

 

O diferimento é uma técnica de baixo custo e de fácil implantação, que permite ao produtor obter forragem no período mais crítico do ano, quando feita de forma correta e planejada, auxilia na manutenção de peso dos animais e redução dos custos de produção.

 

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Como o Esteio contribui para melhorar a sua lucratividade?

By Agro Sem comentários

O Esteio Gestão é um software que permite realizar todo o gerenciamento da propriedade com uma interface fácil de operar, podendo ser utilizada de forma offline também.

No mundo corporativo, a boa administração das empresas é a responsável pela redução de custos e aumento dos lucros, o que torna a empresa sustentável a longo prazo e permite que ela continue em operação. Com as fazendas não é diferente. Seja na pecuária de corte ou na pecuária leiteira, a fazenda precisa ser conduzida como uma empresa, pois é exatamente isso que ela é. Como o mercado está cada vez mais competitivo ter um software de gestão, como o Esteio, é fundamental para o produtor que deseja aumentar os seus rendimentos.

O Esteio Gestão é um software que permite realizar todo o gerenciamento da propriedade com uma interface fácil de operar, podendo ser utilizada de forma offline também. É um sistema de gestão técnica e econômica que permite ao produtor conhecer todos os números da sua fazenda, tornando decisões mais assertivas e rápidas, com dados reais e confiáveis, melhorando a lucratividade e a rentabilidade do seu negócio.

Sem as pilhas de papéis e cadernetas que possuem muitos dados e poucas informações, o produtor e o técnico têm uma confiabilidade maior nos números, podendo analisar os índices técnicos e econômicos com maior segurança e clareza, facilitando o gerenciamento e as ações a serem tomadas para aumentar os lucros.

Esteio Gestão

Vantagens de utilizar o Esteio Gestão:

  • Economia de tempo e maior produtividade pessoal: o produtor ou o responsável gasta pouco tempo com o lançamento de dados, podendo se dedicar com mais calma aos outros afazeres da fazenda;
  • Agilidade, segurança, facilidade, precisão na análise dos dados e informações;
  • Controle zootécnico completo do rebanho, com informações sobre o desempenho, produção, reprodução, sanidade e qualidade do leite, tendo os registros individuais dos animais;
  • Controle financeiro e econômico com indicadores que mostram a taxa de retorno, lucratividade, rentabilidade, custos fixos, variáveis e custo total, custo de produção de leite, custo de produção por arroba, margem bruta e margem líquida;
  • Interface de fácil utilização e interação, com gráficos que mostram a informação de forma mais visual e didática, facilitando o entendimento para tomar as melhores decisões;
  • Disponibilidade de uso online e offline;
  • Sistema compatível para ser integrado com balanças de pesagem eletrônica;
  • Controle de estoque;
  • Visão 360º da fazenda, de todos os setores produtivos: cria, recria, engorda, vacas em lactação, vacas secas, reprodutores, áreas para produção de volumosos (pastagens, silagens, capim elefante, cana-de-açúcar etc);
  • Controle do fluxo de caixa;
  • Redução de custos por meio de indicadores que revelam os gargalos e pontos críticos da propriedade;
  • Treinamento e suporte da Equipe especializada do Esteio.

A pecuária de precisão chegou para ficar e o gerenciamento da atividade é o único caminho para obter sucesso, seja na produção de carne ou de leite. Vem pro Esteio!

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Capim elefante ou cana-de-açúcar? Qual volumoso escolher?

By Agro Sem comentários

O capim elefante e a cana-de açúcar são volumosos muito utilizados, principalmente na pecuária leiteira, como opções para driblar a sazonalidade das forrageiras, servindo como base da alimentação de todo o rebanho, principalmente das vacas de menor produção e recria.

Produzir volumosos na propriedade é uma das formas de reduzir o custo com a alimentação do rebanho, utilizar forrageiras que consigam alta produtividade em diferentes épocas do ano é uma opção para o produtor. O capim elefante e a cana-de açúcar são volumosos muito utilizados, principalmente na pecuária leiteira, como opções para driblar a sazonalidade das forrageiras, servindo como base da alimentação de todo o rebanho, principalmente das vacas de menor produção e recria.

Um outro ponto favorável ao cultivo do capim elefante e da cana-de-açúcar é o custo em relação à silagem de milho. Devido à alta produtividade e à facilidade de cultivo, o custo é menor do que a produção de milho para silagem, sendo uma opção mais econômica.

Mas, apesar dos custos serem menores do que os custos da silagem de milho, a qualidade nutricional também é, por esse motivo estes dois volumosos são mais recomendados para vacas de menor produção de leite e para a recria. Saiba mais sobre cada um deles:

Capim elefante

O capim-elefante é uma cultura perene de alta produção de biomassa por hectare, que pode atingir grandes portes e ter até três cortes na mesma área. Suas principais características são:

  • Alta produtividade, podendo chegar a 300 toneladas de matéria verde/ha/ano dependendo da cultivar;
  • Alta longevidade, uma área de capineira pode permanecer por mais de 5 anos sem necessidade de renovação.;
  • Bem adaptado ao clima tropical e a baixas altitudes;
  • Altamente palatável, é bem aceito pelos animais;
  • Pode ser fornecido in natura ou na forma de silagem;
  • Baixo valor nutricional, com pouca proteína e baixo NDT, necessitando de complemento com ração concentrada.
cAPIM ELEFANTE

Cana-de-açúcar

A cana-de-açúcar, semelhante ao capim elefante, possui alta produção de biomassa, aproximadamente de 90 a 120 toneladas/ha/ano e o momento ideal para sua utilização é no período seco do ano, quando há escassez de outras forrageiras. Além disso, pode ser ensilada para ser fornecida durante todo o ano. Outras características são:

  • Bem adaptada ao clima tropical e regiões quentes e úmidas;
  • Possui alta concentração de carboidratos solúveis (sacarose);
  • Baixo custo de produção;
  • Baixa qualidade da fibra e baixo teor de proteína;
  • Necessita de correção com ureia e complemento com ração concentrada.
CANA DE ACUCAR

A implantação destas duas culturas se faz por meio de mudas, de que devem ser plantadas no sistema “pé com ponta”, de forma que haja mais gemas por metro de sulco. São necessárias aproximadamente 7 toneladas de mudas para a formação de 1 hectare de capineira, e 15 toneladas de mudas para 1 hectare de canavial. Como toda cultura, é fundamental que seja feita análise do solo para a correta correção e adubação, proporcionando nutrientes para que as plantas se estabeleçam e se sustentem durante todo o ciclo produtivo.

É importante também cuidar dos tratos culturais, evitando a infestação de plantas invasoras e pragas, que podem reduzir a produtividade.

Qual volumoso utilizar?

A escolha de uma ou outra cultura depende exclusivamente dos objetivos e particularidades de cada propriedade. As diferenças nutricionais devem ser levadas em consideração, assim como a capacidade de investimento do produtor e características das áreas disponíveis para plantio. O produtor, juntamente com o técnico responsável, conseguirá decidir qual volumoso deverá ser utilizado após observar as particularidades da fazenda, do rebanho, da mão-de-obra disponível e dos alimentos que farão parte da dieta dos animais.

 

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Como otimizar o pasto na época das chuvas?

By Agro Sem comentários

As pastagens alcançam cerca de 70% de todo o seu potencial produtivo na época das chuvas, sendo uma ótima  oportunidade para o produtor aumentar a produtividade e reduzir custos, principalmente os custos com a alimentação do rebanho

A época das chuvas, que na maior parte do país ocorre durante os meses de outubro a março, é a oportunidade que o produtor possui para aumentar a produtividade e reduzir custos, principalmente os custos com a alimentação do rebanho. Porém, é preciso planejar e manejar bem as pastagens neste período para conseguir aproveitar ao máximo os benefícios desta época.

As pastagens alcançam cerca de 70% de todo o seu potencial produtivo na época das chuvas, devido à grande umidade, temperaturas elevadas e maior incidência de luz, que são fatores limitantes para o seu desenvolvimento. Como no período seco esses três fatores se tornam mais escassos, as forrageiras não conseguem se desenvolver tão bem, reduzindo de forma expressiva a sua produção.

Pensando nisso, o produtor precisa manejar corretamente o pasto na época das chuvas para, além de maximizar a produção de forragens e ganho de peso dos animais, conseguir ter forrageira suficiente para a época da seca, evitando a perda de peso do rebanho.

Nelore pastejando

Dicas de manejo no período da chuva

Partindo do pressuposto que a gramínea estabelecida seja a mais indicada para a propriedade, o produtor precisa trabalhar em cima de alguns pontos que vão fazer a diferença na quantidade de forragem produzida e na qualidade dessa forragem quando chegar o período seco, além de melhorar o ganho de peso dos animais. Confira:

  • Adubação e correção do solo: a adubação das pastagens é essencial para garantir que a forrageira tenha nutrientes suficientes para crescer e se desenvolver, aumentado a produção de folhas verdes. Além disso, permite maior crescimento do sistema radicular da planta, favorecendo a busca por umidade em camadas mais profundas do solo, facilitando a rebrota. Para isso, a análise do solo é fundamental.
  • Controle de pragas e plantas invasoras: tão importante quanto a adubação é o controle das plantas invasoras, que competem com a pastagem por nutrientes. O produtor precisa estar sempre percorrendo as áreas, observando se há plantas invasoras e/ou ataque de pragas, que podem destruir as pastagens. Quanto mais cedo o produtor identificar esses problemas, mas rápido poderá agir, evitando prejuízos maiores.
  • Avaliar o desempenho dos animais e utilizar suplementos que vão maximizar o ganho de peso, aproveitando a maior oferta de forragem com qualidade. É importante que o manejo nutricional esteja ajustado para que os animais consigam desempenhos melhores a um custo menor para o produtor. Uma boa nutrição é responsável não somente pelo maior ganho de peso, mas pela melhora nos índices reprodutivos também.
  • Controle de entrada e saída dos animais dos piquetes de acordo com a forrageira e com o sistema, seja pastejo contínuo ou rotacionado. Respeitar as alturas e de entrada e saída de cada forrageira é importante para garantir que os animais consumam a forragem no seu estádio mais produtivo e que não prejudique a rebrota, favorecendo o seu crescimento.

Essas são práticas simples de manejo que torna a pecuária uma atividade mais sustentável, por meio da intensificação do uso das pastagens, aumento da produtividade e melhores resultados financeiros para o produtor.

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Custo de alimentação do rebanho: por que calcular?

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O  gasto com a alimentação é o item que mais impacta no custo de produção, e justamente por ser um ponto crítico que interfere diretamente no lucro do produtor é que ele deve ser calculado

 

Na busca pela eficiência técnica e econômica da propriedade o produtor se depara com o desafio de alimentar todo o rebanho com um custo equilibrado, sem perder produtividade e mantendo a saúde ruminal dos animais. Sabemos que os gastos com a alimentação é o item que mais impacta no custo de produção, especialmente nos últimos meses, devido a alta do preço de praticamente todos os insumos utilizados na dieta dos animais. E justamente por ser um ponto crítico que interfere diretamente no lucro do produtor, é que o custo com a alimentação deve ser calculado.

Para manter a produção de leite esperada, bem como os índices reprodutivos e saúde dos animais, é necessário que o produtor forneça uma boa nutrição, utilizando alimentos de qualidade que supram os nutrientes necessários para o bom desempenho do rebanho. O custo dessa nutrição representa aproximadamente 40 a 60% do custo total da atividade, sendo, muitas vezes, determinante para que o produtor obtenha bons resultados econômicos.

Um indicador muito utilizado que relaciona o custo da alimentação, produção de leite e preço do leite é o RMCA, ou Receita Menos Custo Alimentar. Este indicador mostra a receita diária obtida com a venda do leite menos os gastos com a alimentação do rebanho.

O RMCA varia de acordo com o preço do leite, quantidade produzida, ingredientes da dieta, número de vacas etc. e pode ser calculado de forma individual (por cada vaca, por exemplo) ou considerando todo o rebanho.

Quando calculado de forma individual ele auxilia o produtor a tomar algumas decisões relacionadas ao manejo, principalmente no momento da secagem das vacas. Alguns animais não produzem leite suficiente que justifique a sua permanência na ordenha e nem consumindo a dieta de vacas em lactação. Ou seja, a receita com a produção de leite não cobre os custos com a alimentação, portanto, a opção mais econômica seria a secagem.

Como calcular o RMCA?

Para saber quanto custa alimentar uma vaca ou um lote de vacas, o produtor precisa conhecer três parâmetros: volume de leite produzido, preço do leite e custo da alimentação, considerando o custo de todos os ingredientes contidos na dieta (volumosos, concentrados, suplementos, subprodutos etc.).

Exemplo:

Tabela

Fonte: Milkpoint

O RMCA das vacas secas também precisa ser calculado, apesar delas não gerarem receita por um determinado período, precisam ser alimentadas, e com isso o RMCA desse grupo de vacas é negativo, como observado no exemplo abaixo.

Tabela 2

Fonte: Milkpoint

Além de calcular quanto custa a alimentação das vacas secas, o RMCA mostra ao produtor que quanto maior a quantidade de vacas secas, maior será o seu custo total com a alimentação de todo rebanho, pois a quantidade de vacas que estão produzindo leite e gerando receita é menor, ou seja, são menos animais contribuindo para “pagar a conta”. Além disso, é uma forma de avaliar como está o retorno econômico de cada lote de vacas, se é possível substituir ou incluir algum alimento mais barato, como subprodutos, e quais animais podem ser trocados de lote.

 

O fato é que o produtor precisa conhecer seus números, e um dos números mais importantes é o custo com a alimentação. Sem uma boa alimentação não há produção de leite eficiente, e consequentemente, não há retorno econômico satisfatório para o produtor.

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Autor:

Eduarda - Autora do conteúdo Controle estratégico de carrapatos

Eduarda Viana

Zootecnista, criadora do perfil @dicasdazootecnista no Instagram.

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Mastite no período seco: como evitar?

By Agro Sem comentários

Sabendo como a glândula mamária se comporta durante o período seco, é possível utilizar estratégias para reduzir as infecções neste período

 

Durante o período seco as vacas passam por inúmeras mudanças fisiológicas que visam manter a saúde da glândula mamária e preparar o seu organismo para a próxima lactação, que terá início logo após o parto. Nesta fase a glândula mamária está sujeita a novas infecções intramamárias em dois períodos distintos, que é imediatamente após a secagem e no pré-parto, quando a glândula se prepara para a produção de colostro e síntese do leite.

Para otimizar a produção de leite na próxima lactação é necessário que a vaca passe por um período seco com duração de 45 a 60 dias, onde ocorrerá a involução completa da glândula mamária. Além da melhora na produção, o período seco também está relacionado com a qualidade do colostro e com a saúde da glândula mamária, pois o momento da secagem é o ideal para realizar os tratamentos de mastite subclínica que, na maioria dos casos, é inviável de serem realizados na lactação.

Após a secagem a glândula mamária passa por três fases que são muito diferentes fisiologicamente. A primeira fase é a involução ativa da glândula, que se inicia logo após a secagem. As ordenhas são interrompidas, mas a produção de leite se mantém ainda por cerca de 2 a 3 dias, levando a um aumento da pressão intramamária e dos riscos de mastite. Nesta fase as células de defesa possuem alta atividade e fazem a absorção dos componentes do leite e das células produtoras de leite. Simultaneamente começa a formação tampão de queratina no canal dos tetos, que funciona como uma barreira física contra a entrada de microrganismos dentro do úbere. Esse tampão demora cerca de 1 a 2 semanas para se formar, mas em alguns casos a formação pode não acontecer.

A segunda fase é a involução completa, onde não há mais secreção dentro do úbere e os riscos de novas infeções são menores. A duração desta fase é variável, e está associada com a duração total do período seco.

Após a involução completa começa a última fase do período seco, que é a lactogênese.  Aqui ocorrem mudanças hormonais relacionadas ao final da gestação e ao início da próxima lactação, sendo uma fase de alto risco para novas infecções intramamárias.

Vacas leiteiras

Como evitar a mastite neste período?

Sabendo como a glândula mamária se comporta durante o período seco, é possível utilizar estratégias para reduzir as infecções neste período. São elas:

  • Tratamento de vaca seca: o tratamento de vaca seca é a estratégia mais utilizada e a que mais possui resultados positivos contra as infecções do período seco. No dia da secagem aplica-se o antibiótico intramamário de vaca seca, que possui longa ação e alta concentração de produtos, possibilitando que haja a cura da mastite subclínica que porventura esteja ocorrendo e ainda previne que novas infecções aconteçam.
  • Uso de selante interno de tetos: a demora na formação do tampão de queratina ou até mesmo a sua não formação deixa a glândula mamária susceptível a novas infecções. Para contornar este problema, são utilizados os selantes de teto, que atuam formando uma barreira física desde o momento da secagem, evitando a entrada de patógenos dentro da glândula mamária.
  • Limpeza e higiene do ambiente: as condições do ambiente em que as vacas secas se encontram é fundamental para evitar mastite durante este período. Locais com acúmulo de matéria orgânica e alta umidade abrigam microrganismos que podem se instalar na glândula mamária e causar mastite no período seco ou no pós-parto, afetando a produção de leite e a reprodução dos animais. Além disso, um ambiente limpo e seco possibilita menos riscos para os bezerros, que nascem desprovidos de imunidade e são completamente dependentes da ingestão do colostro para conseguirem suas células de defesa.

 

O fato da mastite ser uma doença com vários fatores de risco exige que o produtor tenha cuidados em todas as fases da produção animal, de forma que o controle da mastite seja feito na lactação e também no período seco.

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Autor:

Eduarda - Autora do conteúdo Controle estratégico de carrapatos

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