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Como o Esteio contribui para melhorar a sua lucratividade?

By Agro Sem comentários

O Esteio Gestão é um software que permite realizar todo o gerenciamento da propriedade com uma interface fácil de operar, podendo ser utilizada de forma offline também.

No mundo corporativo, a boa administração das empresas é a responsável pela redução de custos e aumento dos lucros, o que torna a empresa sustentável a longo prazo e permite que ela continue em operação. Com as fazendas não é diferente. Seja na pecuária de corte ou na pecuária leiteira, a fazenda precisa ser conduzida como uma empresa, pois é exatamente isso que ela é. Como o mercado está cada vez mais competitivo ter um software de gestão, como o Esteio, é fundamental para o produtor que deseja aumentar os seus rendimentos.

O Esteio Gestão é um software que permite realizar todo o gerenciamento da propriedade com uma interface fácil de operar, podendo ser utilizada de forma offline também. É um sistema de gestão técnica e econômica que permite ao produtor conhecer todos os números da sua fazenda, tornando decisões mais assertivas e rápidas, com dados reais e confiáveis, melhorando a lucratividade e a rentabilidade do seu negócio.

Sem as pilhas de papéis e cadernetas que possuem muitos dados e poucas informações, o produtor e o técnico têm uma confiabilidade maior nos números, podendo analisar os índices técnicos e econômicos com maior segurança e clareza, facilitando o gerenciamento e as ações a serem tomadas para aumentar os lucros.

Esteio Gestão

Vantagens de utilizar o Esteio Gestão:

  • Economia de tempo e maior produtividade pessoal: o produtor ou o responsável gasta pouco tempo com o lançamento de dados, podendo se dedicar com mais calma aos outros afazeres da fazenda;
  • Agilidade, segurança, facilidade, precisão na análise dos dados e informações;
  • Controle zootécnico completo do rebanho, com informações sobre o desempenho, produção, reprodução, sanidade e qualidade do leite, tendo os registros individuais dos animais;
  • Controle financeiro e econômico com indicadores que mostram a taxa de retorno, lucratividade, rentabilidade, custos fixos, variáveis e custo total, custo de produção de leite, custo de produção por arroba, margem bruta e margem líquida;
  • Interface de fácil utilização e interação, com gráficos que mostram a informação de forma mais visual e didática, facilitando o entendimento para tomar as melhores decisões;
  • Disponibilidade de uso online e offline;
  • Sistema compatível para ser integrado com balanças de pesagem eletrônica;
  • Controle de estoque;
  • Visão 360º da fazenda, de todos os setores produtivos: cria, recria, engorda, vacas em lactação, vacas secas, reprodutores, áreas para produção de volumosos (pastagens, silagens, capim elefante, cana-de-açúcar etc);
  • Controle do fluxo de caixa;
  • Redução de custos por meio de indicadores que revelam os gargalos e pontos críticos da propriedade;
  • Treinamento e suporte da Equipe especializada do Esteio.

A pecuária de precisão chegou para ficar e o gerenciamento da atividade é o único caminho para obter sucesso, seja na produção de carne ou de leite. Vem pro Esteio!

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Autor:

Eduarda - Autora do conteúdo Controle estratégico de carrapatos

Eduarda Viana

Zootecnista, criadora do perfil @dicasdazootecnista no Instagram.

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Capim elefante ou cana-de-açúcar? Qual volumoso escolher?

By Agro Sem comentários

O capim elefante e a cana-de açúcar são volumosos muito utilizados, principalmente na pecuária leiteira, como opções para driblar a sazonalidade das forrageiras, servindo como base da alimentação de todo o rebanho, principalmente das vacas de menor produção e recria.

Produzir volumosos na propriedade é uma das formas de reduzir o custo com a alimentação do rebanho, utilizar forrageiras que consigam alta produtividade em diferentes épocas do ano é uma opção para o produtor. O capim elefante e a cana-de açúcar são volumosos muito utilizados, principalmente na pecuária leiteira, como opções para driblar a sazonalidade das forrageiras, servindo como base da alimentação de todo o rebanho, principalmente das vacas de menor produção e recria.

Um outro ponto favorável ao cultivo do capim elefante e da cana-de-açúcar é o custo em relação à silagem de milho. Devido à alta produtividade e à facilidade de cultivo, o custo é menor do que a produção de milho para silagem, sendo uma opção mais econômica.

Mas, apesar dos custos serem menores do que os custos da silagem de milho, a qualidade nutricional também é, por esse motivo estes dois volumosos são mais recomendados para vacas de menor produção de leite e para a recria. Saiba mais sobre cada um deles:

Capim elefante

O capim-elefante é uma cultura perene de alta produção de biomassa por hectare, que pode atingir grandes portes e ter até três cortes na mesma área. Suas principais características são:

  • Alta produtividade, podendo chegar a 300 toneladas de matéria verde/ha/ano dependendo da cultivar;
  • Alta longevidade, uma área de capineira pode permanecer por mais de 5 anos sem necessidade de renovação.;
  • Bem adaptado ao clima tropical e a baixas altitudes;
  • Altamente palatável, é bem aceito pelos animais;
  • Pode ser fornecido in natura ou na forma de silagem;
  • Baixo valor nutricional, com pouca proteína e baixo NDT, necessitando de complemento com ração concentrada.
cAPIM ELEFANTE

Cana-de-açúcar

A cana-de-açúcar, semelhante ao capim elefante, possui alta produção de biomassa, aproximadamente de 90 a 120 toneladas/ha/ano e o momento ideal para sua utilização é no período seco do ano, quando há escassez de outras forrageiras. Além disso, pode ser ensilada para ser fornecida durante todo o ano. Outras características são:

  • Bem adaptada ao clima tropical e regiões quentes e úmidas;
  • Possui alta concentração de carboidratos solúveis (sacarose);
  • Baixo custo de produção;
  • Baixa qualidade da fibra e baixo teor de proteína;
  • Necessita de correção com ureia e complemento com ração concentrada.
CANA DE ACUCAR

A implantação destas duas culturas se faz por meio de mudas, de que devem ser plantadas no sistema “pé com ponta”, de forma que haja mais gemas por metro de sulco. São necessárias aproximadamente 7 toneladas de mudas para a formação de 1 hectare de capineira, e 15 toneladas de mudas para 1 hectare de canavial. Como toda cultura, é fundamental que seja feita análise do solo para a correta correção e adubação, proporcionando nutrientes para que as plantas se estabeleçam e se sustentem durante todo o ciclo produtivo.

É importante também cuidar dos tratos culturais, evitando a infestação de plantas invasoras e pragas, que podem reduzir a produtividade.

Qual volumoso utilizar?

A escolha de uma ou outra cultura depende exclusivamente dos objetivos e particularidades de cada propriedade. As diferenças nutricionais devem ser levadas em consideração, assim como a capacidade de investimento do produtor e características das áreas disponíveis para plantio. O produtor, juntamente com o técnico responsável, conseguirá decidir qual volumoso deverá ser utilizado após observar as particularidades da fazenda, do rebanho, da mão-de-obra disponível e dos alimentos que farão parte da dieta dos animais.

 

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Como otimizar o pasto na época das chuvas?

By Agro Sem comentários

As pastagens alcançam cerca de 70% de todo o seu potencial produtivo na época das chuvas, sendo uma ótima  oportunidade para o produtor aumentar a produtividade e reduzir custos, principalmente os custos com a alimentação do rebanho

A época das chuvas, que na maior parte do país ocorre durante os meses de outubro a março, é a oportunidade que o produtor possui para aumentar a produtividade e reduzir custos, principalmente os custos com a alimentação do rebanho. Porém, é preciso planejar e manejar bem as pastagens neste período para conseguir aproveitar ao máximo os benefícios desta época.

As pastagens alcançam cerca de 70% de todo o seu potencial produtivo na época das chuvas, devido à grande umidade, temperaturas elevadas e maior incidência de luz, que são fatores limitantes para o seu desenvolvimento. Como no período seco esses três fatores se tornam mais escassos, as forrageiras não conseguem se desenvolver tão bem, reduzindo de forma expressiva a sua produção.

Pensando nisso, o produtor precisa manejar corretamente o pasto na época das chuvas para, além de maximizar a produção de forragens e ganho de peso dos animais, conseguir ter forrageira suficiente para a época da seca, evitando a perda de peso do rebanho.

Nelore pastejando

Dicas de manejo no período da chuva

Partindo do pressuposto que a gramínea estabelecida seja a mais indicada para a propriedade, o produtor precisa trabalhar em cima de alguns pontos que vão fazer a diferença na quantidade de forragem produzida e na qualidade dessa forragem quando chegar o período seco, além de melhorar o ganho de peso dos animais. Confira:

  • Adubação e correção do solo: a adubação das pastagens é essencial para garantir que a forrageira tenha nutrientes suficientes para crescer e se desenvolver, aumentado a produção de folhas verdes. Além disso, permite maior crescimento do sistema radicular da planta, favorecendo a busca por umidade em camadas mais profundas do solo, facilitando a rebrota. Para isso, a análise do solo é fundamental.
  • Controle de pragas e plantas invasoras: tão importante quanto a adubação é o controle das plantas invasoras, que competem com a pastagem por nutrientes. O produtor precisa estar sempre percorrendo as áreas, observando se há plantas invasoras e/ou ataque de pragas, que podem destruir as pastagens. Quanto mais cedo o produtor identificar esses problemas, mas rápido poderá agir, evitando prejuízos maiores.
  • Avaliar o desempenho dos animais e utilizar suplementos que vão maximizar o ganho de peso, aproveitando a maior oferta de forragem com qualidade. É importante que o manejo nutricional esteja ajustado para que os animais consigam desempenhos melhores a um custo menor para o produtor. Uma boa nutrição é responsável não somente pelo maior ganho de peso, mas pela melhora nos índices reprodutivos também.
  • Controle de entrada e saída dos animais dos piquetes de acordo com a forrageira e com o sistema, seja pastejo contínuo ou rotacionado. Respeitar as alturas e de entrada e saída de cada forrageira é importante para garantir que os animais consumam a forragem no seu estádio mais produtivo e que não prejudique a rebrota, favorecendo o seu crescimento.

Essas são práticas simples de manejo que torna a pecuária uma atividade mais sustentável, por meio da intensificação do uso das pastagens, aumento da produtividade e melhores resultados financeiros para o produtor.

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Custo de alimentação do rebanho: por que calcular?

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O  gasto com a alimentação é o item que mais impacta no custo de produção, e justamente por ser um ponto crítico que interfere diretamente no lucro do produtor é que ele deve ser calculado

 

Na busca pela eficiência técnica e econômica da propriedade o produtor se depara com o desafio de alimentar todo o rebanho com um custo equilibrado, sem perder produtividade e mantendo a saúde ruminal dos animais. Sabemos que os gastos com a alimentação é o item que mais impacta no custo de produção, especialmente nos últimos meses, devido a alta do preço de praticamente todos os insumos utilizados na dieta dos animais. E justamente por ser um ponto crítico que interfere diretamente no lucro do produtor, é que o custo com a alimentação deve ser calculado.

Para manter a produção de leite esperada, bem como os índices reprodutivos e saúde dos animais, é necessário que o produtor forneça uma boa nutrição, utilizando alimentos de qualidade que supram os nutrientes necessários para o bom desempenho do rebanho. O custo dessa nutrição representa aproximadamente 40 a 60% do custo total da atividade, sendo, muitas vezes, determinante para que o produtor obtenha bons resultados econômicos.

Um indicador muito utilizado que relaciona o custo da alimentação, produção de leite e preço do leite é o RMCA, ou Receita Menos Custo Alimentar. Este indicador mostra a receita diária obtida com a venda do leite menos os gastos com a alimentação do rebanho.

O RMCA varia de acordo com o preço do leite, quantidade produzida, ingredientes da dieta, número de vacas etc. e pode ser calculado de forma individual (por cada vaca, por exemplo) ou considerando todo o rebanho.

Quando calculado de forma individual ele auxilia o produtor a tomar algumas decisões relacionadas ao manejo, principalmente no momento da secagem das vacas. Alguns animais não produzem leite suficiente que justifique a sua permanência na ordenha e nem consumindo a dieta de vacas em lactação. Ou seja, a receita com a produção de leite não cobre os custos com a alimentação, portanto, a opção mais econômica seria a secagem.

Como calcular o RMCA?

Para saber quanto custa alimentar uma vaca ou um lote de vacas, o produtor precisa conhecer três parâmetros: volume de leite produzido, preço do leite e custo da alimentação, considerando o custo de todos os ingredientes contidos na dieta (volumosos, concentrados, suplementos, subprodutos etc.).

Exemplo:

Tabela

Fonte: Milkpoint

O RMCA das vacas secas também precisa ser calculado, apesar delas não gerarem receita por um determinado período, precisam ser alimentadas, e com isso o RMCA desse grupo de vacas é negativo, como observado no exemplo abaixo.

Tabela 2

Fonte: Milkpoint

Além de calcular quanto custa a alimentação das vacas secas, o RMCA mostra ao produtor que quanto maior a quantidade de vacas secas, maior será o seu custo total com a alimentação de todo rebanho, pois a quantidade de vacas que estão produzindo leite e gerando receita é menor, ou seja, são menos animais contribuindo para “pagar a conta”. Além disso, é uma forma de avaliar como está o retorno econômico de cada lote de vacas, se é possível substituir ou incluir algum alimento mais barato, como subprodutos, e quais animais podem ser trocados de lote.

 

O fato é que o produtor precisa conhecer seus números, e um dos números mais importantes é o custo com a alimentação. Sem uma boa alimentação não há produção de leite eficiente, e consequentemente, não há retorno econômico satisfatório para o produtor.

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Mastite no período seco: como evitar?

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Sabendo como a glândula mamária se comporta durante o período seco, é possível utilizar estratégias para reduzir as infecções neste período

 

Durante o período seco as vacas passam por inúmeras mudanças fisiológicas que visam manter a saúde da glândula mamária e preparar o seu organismo para a próxima lactação, que terá início logo após o parto. Nesta fase a glândula mamária está sujeita a novas infecções intramamárias em dois períodos distintos, que é imediatamente após a secagem e no pré-parto, quando a glândula se prepara para a produção de colostro e síntese do leite.

Para otimizar a produção de leite na próxima lactação é necessário que a vaca passe por um período seco com duração de 45 a 60 dias, onde ocorrerá a involução completa da glândula mamária. Além da melhora na produção, o período seco também está relacionado com a qualidade do colostro e com a saúde da glândula mamária, pois o momento da secagem é o ideal para realizar os tratamentos de mastite subclínica que, na maioria dos casos, é inviável de serem realizados na lactação.

Após a secagem a glândula mamária passa por três fases que são muito diferentes fisiologicamente. A primeira fase é a involução ativa da glândula, que se inicia logo após a secagem. As ordenhas são interrompidas, mas a produção de leite se mantém ainda por cerca de 2 a 3 dias, levando a um aumento da pressão intramamária e dos riscos de mastite. Nesta fase as células de defesa possuem alta atividade e fazem a absorção dos componentes do leite e das células produtoras de leite. Simultaneamente começa a formação tampão de queratina no canal dos tetos, que funciona como uma barreira física contra a entrada de microrganismos dentro do úbere. Esse tampão demora cerca de 1 a 2 semanas para se formar, mas em alguns casos a formação pode não acontecer.

A segunda fase é a involução completa, onde não há mais secreção dentro do úbere e os riscos de novas infeções são menores. A duração desta fase é variável, e está associada com a duração total do período seco.

Após a involução completa começa a última fase do período seco, que é a lactogênese.  Aqui ocorrem mudanças hormonais relacionadas ao final da gestação e ao início da próxima lactação, sendo uma fase de alto risco para novas infecções intramamárias.

Vacas leiteiras

Como evitar a mastite neste período?

Sabendo como a glândula mamária se comporta durante o período seco, é possível utilizar estratégias para reduzir as infecções neste período. São elas:

  • Tratamento de vaca seca: o tratamento de vaca seca é a estratégia mais utilizada e a que mais possui resultados positivos contra as infecções do período seco. No dia da secagem aplica-se o antibiótico intramamário de vaca seca, que possui longa ação e alta concentração de produtos, possibilitando que haja a cura da mastite subclínica que porventura esteja ocorrendo e ainda previne que novas infecções aconteçam.
  • Uso de selante interno de tetos: a demora na formação do tampão de queratina ou até mesmo a sua não formação deixa a glândula mamária susceptível a novas infecções. Para contornar este problema, são utilizados os selantes de teto, que atuam formando uma barreira física desde o momento da secagem, evitando a entrada de patógenos dentro da glândula mamária.
  • Limpeza e higiene do ambiente: as condições do ambiente em que as vacas secas se encontram é fundamental para evitar mastite durante este período. Locais com acúmulo de matéria orgânica e alta umidade abrigam microrganismos que podem se instalar na glândula mamária e causar mastite no período seco ou no pós-parto, afetando a produção de leite e a reprodução dos animais. Além disso, um ambiente limpo e seco possibilita menos riscos para os bezerros, que nascem desprovidos de imunidade e são completamente dependentes da ingestão do colostro para conseguirem suas células de defesa.

 

O fato da mastite ser uma doença com vários fatores de risco exige que o produtor tenha cuidados em todas as fases da produção animal, de forma que o controle da mastite seja feito na lactação e também no período seco.

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Pastejo rotacionado: vantagens e cuidados

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O pastejo rotacionado é um sistema de intensificação da produção de pasto, que permite aos animais terem acesso às forrageiras quando elas estão no ponto ótimo para serem consumidas, gerando aumento no desempenho e na taxa de lotação

O Brasil, com sua vasta extensão territorial, possui cerca de 200 milhões de hectares de pastagens, segundo a Embrapa. Estima-se que aproximadamente 130 milhões sejam de pastagens que possuem algum tipo de degradação e que necessitam de intervenção, o que reduz a competitividade e a lucratividade da pecuária. Como forma reduzir a degradação e aumentar a eficiência produtiva das forragens, o pastejo rotacionado vem sendo muito utilizado pelos produtores, que conseguem produzir mais e diluir os custos.

O pastejo rotacionado é um sistema de intensificação da produção de pasto, que permite aos animais terem acesso às forrageiras quando elas estão no ponto ótimo para serem consumidas, gerando aumento no desempenho e na taxa de lotação.

É feito por meio da divisão da área em piquetes menores, que serão utilizados alternando períodos de pastejo e de descanso. Após os animais consumirem a foragem de um piquete, são transferidos para outro piquete, e assim sucessivamente, até que eles retornam para o primeiro piquete, que passou por um período de descanso para que a forrageira pudesse ter condições de crescer novamente.

O período de descanso é determinado pelo tipo de forrageira, bem como o momento de entrada e saída dos animais de cada piquete. Cada planta forrageira possui o seu ponto ótimo nutricional, sendo determinado pela altura da planta. Assim, os animais entram nos piquetes quando a forrageira possui a altura ideal para ser consumida, contendo mais nutrientes e melhor digestibilidade, e saem quando a planta chega a uma determinada altura que seria necessária para a sua rápida recuperação e crescimento.

Vacas em pastejo rotacionado

Vantagens do pastejo rotacionado

  • Intensificação do uso da pastagem

Isso permite maior produção de forragem e aumento da taxa de lotação. Quando colocamos mais animais dentro do piquete a área será pastejada de forma mais uniforme, evitando o super pastejo ou sub- pastejo, como ocorre no pastejo contínuo. Além disso, a distribuição das excreções dos animais também será mais uniforme, melhorando as condições do solo.

  • Aumento do desempenho

O manejo das alturas de entrada e saída dos piquetes permite que os animais tenham acesso à forrageira quando o seu valor nutricional está no ponto ótimo, permitindo que sejam consumidos maiores teores de nutrientes e fibra com melhor digestibilidade. Esses nutrientes serão utilizados para a produção de leite e ganho de peso.

  • Aumento da vida útil da pastagem

Com o pastejo rotacionado elimina-se as práticas de recuperação e renovação dos pastos, além de controlar o aparecimento de plantas invasoras.

Cuidados necessários para se ter bons resultados com o pastejo rotacionado

Como qualquer sistema de produção, o rotacionado também as suas desvantagens e pontos que merecem atenção para que o produtor tenha bons resultados produtivos e financeiros. São eles:

  • Necessita de adubação constante, de acordo com a análise de solo e as demandas da planta forrageira, o que aumenta o custo quando comparado ao pastejo contínuo. Além disso, há os custos com construção de cercas, corredores, sombras e instalação de bebedouros.
  • É necessário atenção às alturas de entrada e principalmente de saída dos animais, evitando que haja um pastejo excessivo que dificultará o crescimento da planta durante o período de descanso. Ou seja, o manejo do pastejo rotacionado precisa ser muito bem-feito.
  • Na época seca do ano é necessário suplementar os animais no cocho, pois devido às características do clima e da forrageira, a sua produção no inverno será menor, e consequentemente, não será o suficiente para alimentar a mesma lotação do período das águas.

 

Fazendo o manejo bem-feito e escolhendo a forrageira mais adequada para as condições da propriedade, o pastejo rotacionado é uma ótima opção para aumentar a produtividade e reduzir os custos.

 

 

 

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Mastite: muito além de antibióticos

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Os antibióticos são amplamente utilizados no tratamento da mastite, muitas vezes de forma não controlada, aumentando ainda mais os prejuízos relacionados à doença

 

A mastite, doença bastante conhecida do produtor de leite, é uma inflamação da glândula mamária causada por microrganismos como bactérias, leveduras e algas, sendo as bactérias as responsáveis pelo maior número de casos da doença. Por este motivo, os antibióticos são amplamente utilizados no tratamento da mastite, muitas vezes de forma não controlada, aumentando ainda mais os prejuízos relacionados à doença.

Atualmente tem crescido o número de produtores que utilizam a técnica de cultura microbiológica para identificar o agente causador da mastite. Esta técnica possibilita a identificação do microrganismo e auxilia o produtor nas tomadas de decisão quanto à realização ou não do tratamento com antibióticos e de outros manejos, como linha de ordenha, secagem antecipada e até a seleção de animais para descarte.

As bactérias causadoras de mastite se dividem em dois grupos, as bactérias Gram positivas e as Gram negativas. E com a cultura microbiológica pode-se obter os seguintes resultados:

  • Negativo: não houve crescimento bacteriano ou o agente não é possível de ser identificado por este método, como o caso do Mycoplasma, que necessita de técnicas de cultura específicas para a sua identificação.
  • Positivo: houve crescimento e foi possível a identificação. Neste caso, o produtor é capaz de optar por fazer ou não o tratamento com antibióticos, pois conhecendo o patógeno é possível saber se ele apresenta uma taxa de cura satisfatória, se é melhor fazer o tratamento durante a lactação ou no momento da secagem, se é uma vaca que precisa ser ordenhada por último etc.
  • Contaminação: ocorre o crescimento de mais de 2 tipos de bactérias, indicando que houve falhas na coleta ou no procedimento de inoculação, devendo ser refeita esta análise.
Aplicação de medicamento intramamário em vaca

Além dos antibióticos

Apesar dos antibióticos serem muito utilizados, outros fatores contribuem para o sucesso do controle e cura da mastite, como:

1 – Tipo de patógeno: os patógenos diferem entre si quanto ao grau de virulência, local da infecção dentro da glândula mamária e gravidade dos sintomas. E identificá-los com a ajuda da cultura microbiológica auxilia o produtor na tomada de decisão com relação ao tratamento, pois cerca de 30% dos resultados de cultura são negativos, ou seja, não há patógenos na glândula mamária, e ocorre cura espontânea da mastite clínica em até 3 dias. Portanto, o uso de antibióticos nesses casos é totalmente dispensável, o que gera economia para o produtor, que evitará gastar com o medicamento e com descarte do leite durante o período de carência do antibiótico.

2 – Fatores relacionados à vaca: a idade, estágio de lactação, número de partos e imunidade influenciam diretamente no sucesso do tratamento. Vacas bem nutridas e com boa imunidade são capazes de reconhecer e eliminar a infecção mais rapidamente. E nos animais mais jovens esse mecanismo de defesa imune é ainda mais eficiente do que em animais mais velhos. Vacas recém -paridas geralmente apresentam mastite clínica de origem ambiental, e mastite subclínica de origem contagiosa no final da lactação. Ou seja, é preciso intensificar as medidas de controle durante estes períodos para evitar que novos casos de mastite apareçam.

3 – Ambiente: o ambiente tem papel fundamental no controle dos casos de mastite. Um lugar limpo, seco e que ofereça conforto térmico reduz a queda imunológica causada pelo estresse térmico e a exposição aos agentes ambientais, reduzindo assim novos casos de mastite no rebanho.

 

Por fim, é importante analisar cada caso de mastite clínica, com base no grau de severidade dos sinais clínicos e no tipo de patógeno causador, a fim de tomar a decisão mais acertada com relação ao tratamento, que envolve desembolso financeiro e descarte de leite. E para evitar que esses casos ocorram com frequência, as medidas de controle precisam ser implantadas e monitoradas.

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Higiene e desinfecção dos equipamentos de ordenha

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Devido à composição do leite, a higiene e desinfecção dos equipamentos de ordenha possui um papel fundamental na produção de leite com qualidade

 

A produção de leite é uma atividade complexa que depende da harmonia de vários fatores para que o produtor possa produzir um leite com qualidade e manter a saúde dos animais, resultando numa maior eficiência e lucratividade. E a higiene e desinfecção dos equipamentos de ordenha possui um papel fundamental na qualidade do leite.

O leite é composto por gorduras, proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais, que ao entrarem em contato com os equipamentos de ordenha, se aderem à superfície deles, resultando na proliferação de microrganismos que reduzem a qualidade do leite, aumentando a contagem bacteriana. Por este motivo, a higiene dos equipamentos de ordenha é uma etapa essencial para garantir a qualidade do leite.

Vacas sendo ordenhadas

Etapas da limpeza dos equipamentos de ordenha

Alguns fatores são determinantes para que a limpeza seja feita de forma correta e eficaz. São eles:

  • Qualidade, temperatura e volume de água utilizado: a água para limpeza dos equipamentos de ordenha deve ser potável, assim como toda água utilizada nos demais processos da fazenda. Além disso, o volume de água utilizado na limpeza precisa ser suficiente e estar na temperatura adequada para a ação dos detergentes.
  • Uso de detergentes específicos para equipamentos de ordenha e tanque de refrigeração: existem detergentes próprios para este fim, não devendo ser utilizado detergentes comuns como aqueles que usamos para lavar louças, por exemplo.

Sabendo disso, fica mais fácil entender como deve ser feito o processo de limpeza dos equipamentos. Veja abaixo o passo a passo a ser feito no momento da limpeza:

1 – Enxágue inicial com água limpa

Esta é a primeira etapa da limpeza, um enxágue com água morna para retirar todo o resíduo de leite que se encontra nas tubulações, latões, baldes etc., facilitando a remoção química que será feita pelo detergente.

2 – Limpeza com detergente alcalino clorado

Este tipo de detergente tem a função de remover os resíduos de gordura e proteína que ficaram aderidos aos equipamentos. Para esta etapa, é preciso adicionar o detergente em água quente, onde a temperatura pode variar de 70 a 80 graus, dependendo do fabricante.

Na maioria dos produtos, o tempo de ação recomendado é de 10 minutos, e é importante monitorar a temperatura da solução após este tempo. O ideal é que no início da limpeza a água esteja com 70 a 80 graus e após os 10 minutos, com pelo menos 45 graus. A limpeza com detergente alcalino clorado deve ser feita todos os dias, após cada ordenha.

3 – Enxágue com água limpa

Este enxágue vai remover o detergente alcalino, para que não haja interferência na ação do detergente ácido.

4 – Limpeza com detergente ácido

O detergente ácido remove quimicamente os resíduos minerais do leite. Geralmente esta etapa é feita com água morna, ou na temperatura ambiente, variando de acordo com o fabricante. Não é preciso enxaguar. A frequência de utilização do detergente ácido pode ser diária ou semanal, dependendo das particularidades de cada propriedade, como a dureza da água, por exemplo.

5 – Uso de sanitizante

O sanitizante é utilizado para eliminar possíveis microrganismos que estejam presentes nos equipamentos entre uma ordenha e outra. Trinta minutos antes da ordenha começar deve-se circular a solução com sanitizante por 5 minutos.

A limpeza dos equipamentos de ordenha manual ou balde ao pé sem o lavador semi-automático também deve ser feita utilizando os detergentes alcalino clorado e ácido, além dos utensílios próprios para limpeza de teteiras, mangueiras e latões. O uso de água morna vai facilitar a retirada dos resíduos e garantir que os utensílios estejam limpos para a próxima ordenha.

 

O mesmo processo vale para o tanque de expansão, que deve ser limpo e higienizado após cada coleta do leite, seguindo os mesmos passos da limpeza da ordenha. Todas as partes do tanque devem ser esfregadas, como parte interna e externa, agitador, válvula de saída do leite e parte interna e externa da tampa.

A higiene dos equipamentos permite reduzir a contagem bacteriana do leite do tanque e evitar novos casos de mastite, que podem ocorrer por meio de teteiras sujas e contaminadas. Portanto, esta etapa deve ser feita com todo cuidado, observando todos os detalhes, para garantir a qualidade do leite e a saúde do úbere das vacas.

 

 

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Autor:

Eduarda - Autora do conteúdo Controle estratégico de carrapatos

Eduarda Viana

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Pré-secado: mais uma opção de alimento conservado

By Agro Sem comentários

Conheça mais sobre a silagem pré-secada, conhecida como uma forma intermediária entre a silagem da planta inteira e o feno, uma boa opção de forragem conservada para os animais

 

A alimentação do rebanho é o fator que mais impacta no custo de produção, sendo responsável por até 70% dos gastos da propriedade. Por este motivo, os pecuaristas precisam buscar maior produtividade e eficiência nos processos de produção de forragem, que é a base da alimentação dos ruminantes. Como o clima do Brasil, em grande parte do seu território, é marcado por períodos de baixa pluviosidade, os pastos ficam pouco produtivos e não conseguem suprir a demanda dos animais, sendo necessário fornecer outras fontes de forragem, como as forragens conservadas, por exemplo.

Dentre essas fontes, a mais utilizada é a silagem, principalmente a silagem de milho, seguido do feno e da silagem pré-secada. Esta última é conhecida como uma forma intermediária entre a silagem da planta inteira e o feno, e seu uso vem crescendo cada dia mais, principalmente na região sul do país.

Os processos de ensilagem e fenação garantem que o produtor tenha alimento em estoque para fornecer aos animais durante o período mais seco do ano, sem que haja perdas no valor nutricional desses alimentos.

Fardos de silagem pré-secada

Silagem pré-secada

A silagem pré-secada é menos difundida do que a silagem convencional de planta inteira e o feno, sendo mais utilizada no sul do Brasil, onde as condições climáticas são mais favoráveis.

Apesar de ser conhecida como uma forma intermediária entre a silagem e o feno, a silagem pré-secada é uma silagem mesmo, pois passa pelo processo de fermentação e armazenamento como na silagem convencional.

A diferença é que a silagem pré-secada sofre uma desidratação prévia no campo após o corte, para que atinja os níveis ideais de umidade antes de ser ensilada.

Após o período de desidratação, a forragem é envolta em filme de polietileno por uma máquina envelopadora, formando fardos que podem ser armazenados no campo, ao ar livre, por até um ano. Esse filme protege a forragem das condições externas e cria um ambiente anaeróbico propício para que o processo de fermentação ocorra.

A escolha da forrageira é um item importante para quem quer produzir silagem pré-secada. Deve-se observar a produtividade, custo e valor nutricional, sendo as gramíneas de clima temperado as mais indicadas para esse processo.

As gramíneas mais utilizadas são:

  • Aveia preta: possui boa produtividade e valor nutricional, podendo ser utilizada em regiões de clima tropical também dependendo do manejo empregado.
  • Aveia branca: com boa qualidade nutricional, é muito utilizada devido à sua resistência à ferrugem.
  • Azevém: é utilizado de diversas formas, podendo ser fornecido como silagem pré-secada, picado verde no cocho, feno ou pastejo.
  • Centeio: possui grande resistência às doenças e crescimento vigoroso.

Vantagens da utilização de silagem pré-secada

  • Melhor conservação de nutrientes;
  • Menor capital imobilizado na construção de silos e galpões;
  • Volumoso de alta qualidade que permite formular dietas de alta produtividade;
  • Menores perdas no processo de ensilagem;
  • Praticidade no armazenamento e transporte do material.

 

Independentemente do tipo de forragem que o produtor for utilizar, os processos de adubação, tratos culturais e práticas corretas no momento da colheita devem ser feitos com bastante cuidado, para que o resultado final seja um alimento nutritivo e com o menor custo possível, contribuindo para reduzir os custos com a alimentação e aumentar a produtividade dos animais.

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Como o melhoramento genético ajuda o pecuarista?

By Agro Sem comentários

O melhoramento genético do rebanho tem sido uma das principais causas de aumento de produtividade nos rebanhos de leite e de corte, sendo fundamental para todos os pecuaristas que querem produzir de forma mais sustentável e econômica.

Sendo um dos pilares da pecuária, o melhoramento genético possibilita que características desejáveis sejam expressas nos animais, como maior produção de leite, produção de sólidos, precocidade, deposição de gordura, dentre outras. E aliado às práticas de nutrição e sanidade adequadas, o produtor consegue atingir os resultados desejados em menor tempo, principalmente com as técnicas disponíveis no mercado, como inseminação artificial, inseminação artificial em tempo fixo (IATF), transferência de embrião (TE) e fertilização in vitro (FIV).

O primeiro passo para iniciar o melhoramento genético do rebanho é definir os objetivos e os critérios de seleção. Os objetivos de seleção são relativos ao retorno econômico que o produtor deseja, enquanto os critérios de seleção são as características necessárias e de interesse para que se atinja os objetivos.

Touro Nelore

Critérios de seleção

Algumas das características mais procuradas e avaliadas nos programas de melhoramento genético são:

  • Produção de leite
  • Produção de sólidos
  • Fertilidade e precocidade sexual
  • Facilidade de parto
  • Conformação de úbere
  • Qualidade da carne
  • Potencial de ganho de peso
  • Eficiência alimentar

Após identificar as características que seriam interessantes para se ter no rebanho, é o momento de escolher os touros mais indicados para montar o acasalamento dirigido. O acasalamento dirigido nada mais é do que escolher quais touros serão utilizados em quais vacas para serem os pais da próxima geração de animais. E com uso da inseminação artificial ou da IATF fica muito mais fácil, rápido e econômico de se fazer isso. A escolha dos touros deve ser feita observando, além das características desejadas, as condições da propriedade, já que o potencial genético dos animais só é totalmente expresso quando há um ambiente favorável para isso. Ou seja, é preciso cuidar da nutrição, saúde, conforto e ambiência dos animais, principalmente quando se trata de vacas leiteiras.

Uma outra forma de melhorar o rebanho é por meio da participação de algum programa de melhoramento genético, onde além de consumir a genética de animais superiores, o pecuarista passa a produzir a sua própria genética. Nestes programas são feitas as avaliações genéticas dos animais da propriedade, identificando os animais superiores para as características desejadas e, posteriormente, realizando o acasalamento dirigido. A vantagem de participar de um programa de melhoramento é que o pecuarista tem as informações genéticas do seu próprio rebanho, o que agrega valor no momento da venda de algum animal.

Independente da forma que o pecuarista irá proceder o melhoramento do seu rebanho, seja apenas utilizando os touros provados em sus vacas ou participando de algum programa de melhoramento, é importante ressaltar que isso contribui para aumentar a produtividade e a lucratividade do produtor, que irá produzir mais e terá animais com uma genética superior, melhorando a eficiência da sua atividade.

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